No final do ano passado (2009) pesquisadores do Museu do Louvre em parceria com o Instituto francês CNRS publicaram uma matéria dizendo que os produtos usados pela rainha do Egito continham uma pequena quantidade de sais de chumbo, que preveniam infecções no olho.
Cleópatra VII Thea Filopator. O nome Cleópatra é grego e significa "Glória do pai"; o seu nome completo, "Cleópatra Thea Filopator" significa "A Deusa Cleópatra, Amada de Seu Pai".
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Maquiagem
No final do ano passado (2009) pesquisadores do Museu do Louvre em parceria com o Instituto francês CNRS publicaram uma matéria dizendo que os produtos usados pela rainha do Egito continham uma pequena quantidade de sais de chumbo, que preveniam infecções no olho.
Ruínas do palácio de Cleópatra
Em Alexandria mergulhadores exploraram as ruínas submersas do palácio e de um templo que foram propriedade de Cleópatra. Os resquícios submergiram devido a terremotos e tsunamis a mais de 1.600 anos atrás.
A equipe, formada por profissionais de diversos países, o grupo está escavando uma das regiões arqueológicas inundadas mais ricas do planeta e recuperando artefatos da última dinastia que governou o Egito antes de o império romano incorporá-lo em 30 A.C..
Usando tecnologias avançadas, a busca pelas dependências reais de Alexandria que estão escondidas embaixo dos sedimentos da enseada, confirmando a precisão das descrições da cidade deixadas pelos geógrafos gregos e historiadores há mais de dois mil anos.
A equipe, liderada pelo arqueólogo subaquático francês Franck Goddio, há duas décadas procura naufrágios e cidades perdidas no fundo do mar.
Os artefatos descobertos na costa egípcia serão expostos no Franklin Institute, na Filadélfia, nos Estados Unidos, em uma apresentação titulada “Cleópatra: a busca pela última rainha do Egito”.
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